Não quero que pensem que vou me referir à economia porque pretendo tratar de um assunto que envolve sentimentos e uma certa dose de percepção; e dinheiro não compra nenhum dos dois.
Quero me referir a uma espécie de valor agregado, por exemplo, um guaraviton pode ter o custo de 3 reais, mas esse valor deixa de ser significativo após cruzar o deserto do saara.
As coisas que nos são prazerosas de certa forma, possuem um valor agregado, tomar um coco na praia vendo o pôr-do-sol carrega esse valor, ou então um queijo coalho, pois nenhum dinheiro no mundo pode comprar o momento de estar tomando um coco ou comendo um queijo coalho em um determinado lugar com determinadas pessoas.
Então esse valor agregado está diretamente ligado com os nossos prazeres particulares que está vinculado com a nossa percepção sentimental, pois gostos mudam e variam de acordo com as pessoas.
Podemos categorizar diversas formas de percepção desse valor, desde algo que envolve o espiritual até um mc donald's depois da praia. Esse valor agregado, que chega a ser um privilégio não escolhe classe social, nem estamento, nem partido, é de todos.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário