domingo, 28 de novembro de 2010

Sentimento, sensibilidade, são influenciados muito facilmente pelo mundo externo, quando na verdade se trata de uma questão de conexão, e de o quão saudável essa conexão está. Falo isso porque mesmo de ressaca, sem conseguir pensar em nada, sem raciocinar, quando ouço uma música que passa uma mensagem importante eu consigo captar essa mensagem não por meio de raciocínio, mas talvez por meio de sentimento.
Quando a música foi gravada, o artista que a compôs e de fato botou seu coração ali, conseguiu um resultado indiferente, despertar nas pessoas sentimentos em comum por mais que não adotem os mesmos valores e tudo mais.
E se música é composta por essa conexão/percepção, porque os sentimentos também não podem ser ?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Queijo Coalho

Não quero que pensem que vou me referir à economia porque pretendo tratar de um assunto que envolve sentimentos e uma certa dose de percepção; e dinheiro não compra nenhum dos dois.
Quero me referir a uma espécie de valor agregado, por exemplo, um guaraviton pode ter o custo de 3 reais, mas esse valor deixa de ser significativo após cruzar o deserto do saara.
As coisas que nos são prazerosas de certa forma, possuem um valor agregado, tomar um coco na praia vendo o pôr-do-sol carrega esse valor, ou então um queijo coalho, pois nenhum dinheiro no mundo pode comprar o momento de estar tomando um coco ou comendo um queijo coalho em um determinado lugar com determinadas pessoas.
Então esse valor agregado está diretamente ligado com os nossos prazeres particulares que está vinculado com a nossa percepção sentimental, pois gostos mudam e variam de acordo com as pessoas.
Podemos categorizar diversas formas de percepção desse valor, desde algo que envolve o espiritual até um mc donald's depois da praia. Esse valor agregado, que chega a ser um privilégio não escolhe classe social, nem estamento, nem partido, é de todos.